O natal da minha infância
Glitter, farofa queimada e o legado impossível de repetir
Apesar de ser judia, desde que me lembro por gente, comemoro a véspera do natal. A data nunca teve um "quê” religioso, mas sim o de juntar pessoas amadas em volta de uma mesa farta de comida e trocar presentes (a melhor parte, para o meu eu criança).
Inicialmente, minha mãe não era muito ligada à beleza e apresentação das coisas (aliás isso dá um outro t…



